Classificado para as oitavas de final da Taça Libertadores, o Grêmio pode realizar três alterações na lista de 25 jogadores. Duas trocas estão confirmadas pelo técnico Renato Gaúcho: entram o meia-atacante Leandro e o volante Willian Magrão.
Para o terceiro posto, Renato ainda aguarda pela contratação de algum reforço de exceção. Caso não sejam encontradas alternativas, o meia Pessalli corre por fora na disputa. Segundo o vice de futebol Antônio Vicente Martins, é difícil encontrar alternativas no mercado.
- Várias questões determinam essa dificuldade. Aquele que não está jogando é sempre melhor, esse é um ponto básico. Segundo, tem o empecilho financeiro, porque o jogador que pode ser a solução tem contrato, e multa rescisória alta. Terceiro, algumas alternativas que nós podemos ter ficam inviabilizadas pela janela e pela participação dos jogadores nas competições, como na própria Libertadores. Mas a questão financeira é importante sim - afirmou, listando os empecilhos.
Vicente Martins não considera, entretanto, que tenham faltado boas reposições aos jogadores que deixaram o clube - como Fábio Santos, Paulão e Jonas. Foram contratados, entre outros, Carlos Alberto, Escudero, Rodolfo e Vinicius Pacheco:
- As reposições foram à altura. O Fábio Santos teve uma passagem extremamente contestada pelo torcedor. O Paulão era um jogador importante, mas a reposição embora tenha sido no outro lado, veio com o Rodolfo, que é um jogador de nível internacional. Com relação ao Jonas, efetivamente tivemos, e temos, essa dificuldade. O Jonas é um jogador de Seleção Brasileira, difícil de se encontrar no mercado. Mas temos que encontrar nossas soluções.
Para o técnico Renato Gaúcho, ainda não é o momento de falar sobre as trocas na lista da Libertadores.
- Só falo de Campeonato Gaúcho agora. A partir da outra semana vai ter mais Campeonato Gaúcho. Esse negócio de jogadores serem inscritos nós vamos conversar com a diretoria, ver se conseguimos contratar mais alguém, mas nosso pensamento está focado no Gauchão. (...) O problema é que na Libertadores só tem 25, e temos alguns jogadores no departamento médico. O Douglas é difícil de se substituir. O Carlos Alberto teve lesões, depois o problema particular, não conseguiu sequência. E o Douglas é o Douglas. Você não vai ter um jogador com a qualidade dele, faz muita falta, mas no domingo ele está de volta - afirmou.
sábado, 16 de abril de 2011
Retorno de Douglas ao time abre o sorriso de Renato Gaúcho
Gripado, Douglas desfalcou o Grêmio em duas partidas consecutivas. No domingo passado houve empate em 1 a 1 com o Santa Cruz, fora de casa, pelo Campeonato Gaúcho. E na última quinta-feira, na Bolívia, o Grêmio perdeu para o Oriente Petrolero, no encerramento da fase classificatória da Taça Libertadores, por 3 a 0.
Para o técnico Renato Gaúcho, a ausência de Douglas - chamado de 'Maestro' desde os tempos de Corinthians - teve grande contribuição nos maus resultados.
- Por ele ser o maestro, em uma jogada ele pode decidir o jogo, pela qualidade, pela visão de jogo, por isso ele faz muita falta - argumentou.
Neste domingo, contra o Ypiranga - às 16h, em Erechim, pelas quartas de final da Taça Farroupilha - Douglas está de volta. Motivo suficiente para encher de alegria o treinador do Grêmio:
- Por isso que, mesmo não estando 100% em campo às vezes, eu deixo ele no time porque ele pode dedicir o jogo. Estou muito feliz com a volta dele.
Para o técnico Renato Gaúcho, a ausência de Douglas - chamado de 'Maestro' desde os tempos de Corinthians - teve grande contribuição nos maus resultados.
- Por ele ser o maestro, em uma jogada ele pode decidir o jogo, pela qualidade, pela visão de jogo, por isso ele faz muita falta - argumentou.
Neste domingo, contra o Ypiranga - às 16h, em Erechim, pelas quartas de final da Taça Farroupilha - Douglas está de volta. Motivo suficiente para encher de alegria o treinador do Grêmio:
- Por isso que, mesmo não estando 100% em campo às vezes, eu deixo ele no time porque ele pode dedicir o jogo. Estou muito feliz com a volta dele.
Suspenso, Rooney lembra do golaço de bicicleta no clássico contra o City
Suspenso pela Federação Inglesa por proferir xingamentos para a câmera durante a comemoração de um gol, o atacante Wayne Rooney tem a memória como aliado antes do clássico contra o Manchester City, neste sábado, às 13h15 (de Brasília), em Wembley, pela semifinal da Copa da Inglaterra. Ele não esquece do golaço de bicicleta que marcou na partida do dia 12 de fevereiro, pelo Campeonato Inglês, vencida pelos Diabos Vermelhos por 2 a 1.
– Eu só lembro do cruzamento do Nani tomando um desvio e a bola chegando perto para eu acertá-la. Você sempre está trabalhando na sua técnica, mas gols como esse são apenas instintivos. Quando eu estava no ar, lembro de Berbatov gritando comigo como se dissesse “o que você está fazendo?!”. Então eu virei e a bola estava no topo.– É incrível a quantidade de pessoas que vieram pedir para que assinasse fotos dos gols desde então. Marcar um gol desse no derby de Manchester foi muito bom e definitivamente uma das maiores sensações que eu tive após um gol – afirmou Rooney, que admitiu ter assistido a algumas vezes o lance em casa.
Elogios ao ‘Sir’ Giggs
Ryan Giggs e Chicharito terão a missão de suprir aausência do Shrek no clássico (Foto: Getty Images)
– Não vai temorar para o chamarmos de Sir Ryan. Para mim ele é um gênio. O que ele fez no United, o que faz para os jovens jogadores é absolutamente fantástico. Não sei o que ele está comendo ou bebendo mas eu vou pedir um pouco para mim – brincou.
Autor dos passes para os três gols da equipe de Sir Alex Ferguson nas quartas de final diante do Chelsea, pela Champions, Giggs quebrou recorde ao se tornar o jogador mais velho em uma competição europeia, superando o francês Laurent Blanc.
Em dia de Drogba, Chelsea bate o West Brom. Torres segue na seca...
Em crise após a eliminação na Liga dos Campeões, o Chelsea venceu o West Bromwich por 3 a 1 neste sábado, fora de casa, pela 33ª rodada do Campeonato Inglês, em dia de Didier Drogba. O atacante da Costa do Marfim brilhou com um gol e assistência para outro de Kalou, enquanto o espanhol Fernando Torres segue na seca: 12 partidas sem balançar as redes com a camisa dos Blues.
O time - ainda - treinado por Carlo Ancelotti agora soma 61 pontos em terceiro lugar, atrás de Manchester United (69) e Arsenal (62). A equipe de Alex Ferguson entra em campo ainda neste sábado contra o Manchester City, mas pela semifinal da Copa da Inglaterra. Já os Gunners enfrentam o Liverpool no domingo pela Premier League (veja a classificação completa).
Na última terça, o Chelsea perdeu por 2 a 1 para os Diabos Vermelhos e deram adeus ao sonho do título da Champions mais uma vez. Sem chance de conquistar uma taça na temporada, Ancelotti já avisou que espera ser demitido após o término do Inglês.
O primeiro gol do jogo foi marcado por Peter Odemwingie, aos 17 minutos. Mas o Chelsea conseguiu a virada ainda na etapa inicial. Cinco minutos depois, Drogba aproveitou falha feia da defesa e empatou. Aos 25, o camisa 11 cruzou para Salomon Kalou fazer 2 a 1. O terceiro foi de Frank Lampard, com um chute certeiro no canto direito de Scott Carson aos 45.
Maior contratação da história do futebol inglês, Fernando Torres começou no banco e entrou no lugar de Drogba aos 37 do segundo tempo. Um minuto depois, teve sua grande chance para acabar com a falta de gols: recebeu na área, driblou o goleiro e tocou para o fundo da rede. Mas o árbitro anulou a jogada por impedimento. Logo depois, recebeu cruzamento na área e furou feio.
Confira os jogos deste final de semana pela 33ª rodada:
SábadoBirmingham 2 x 0 Sunderland
Blackpool 1 x 3 Wigan
Everton 2 x 0 Blackburn R.
West Bromwich 1 x 3 Chelsea
West Ham 1 x 1 Aston Villa
Domingo
Arsenal x Liverpool
O time - ainda - treinado por Carlo Ancelotti agora soma 61 pontos em terceiro lugar, atrás de Manchester United (69) e Arsenal (62). A equipe de Alex Ferguson entra em campo ainda neste sábado contra o Manchester City, mas pela semifinal da Copa da Inglaterra. Já os Gunners enfrentam o Liverpool no domingo pela Premier League (veja a classificação completa).
Na última terça, o Chelsea perdeu por 2 a 1 para os Diabos Vermelhos e deram adeus ao sonho do título da Champions mais uma vez. Sem chance de conquistar uma taça na temporada, Ancelotti já avisou que espera ser demitido após o término do Inglês.
O primeiro gol do jogo foi marcado por Peter Odemwingie, aos 17 minutos. Mas o Chelsea conseguiu a virada ainda na etapa inicial. Cinco minutos depois, Drogba aproveitou falha feia da defesa e empatou. Aos 25, o camisa 11 cruzou para Salomon Kalou fazer 2 a 1. O terceiro foi de Frank Lampard, com um chute certeiro no canto direito de Scott Carson aos 45.
Maior contratação da história do futebol inglês, Fernando Torres começou no banco e entrou no lugar de Drogba aos 37 do segundo tempo. Um minuto depois, teve sua grande chance para acabar com a falta de gols: recebeu na área, driblou o goleiro e tocou para o fundo da rede. Mas o árbitro anulou a jogada por impedimento. Logo depois, recebeu cruzamento na área e furou feio.
Confira os jogos deste final de semana pela 33ª rodada:
SábadoBirmingham 2 x 0 Sunderland
Blackpool 1 x 3 Wigan
Everton 2 x 0 Blackburn R.
West Bromwich 1 x 3 Chelsea
West Ham 1 x 1 Aston Villa
Domingo
Arsenal x Liverpool
Nadal bate Murray em 2h58m e duela com Ferrer pelo hepta em Monte Carlo
Pela primeira vez no Masters 1.000 de Monte Carlo deste ano, Rafael Nadal encontrou resistência. Mesmo assim, o número 1 do mundo derrotou o escocês Andy Murray, quarto colocado na lista da ATP, e avançou mais uma vez à final do torneio monegasco. Por 6/4, 2/6 e 6/1, o atual hexacampeão do evento duelará com o compatriota David Ferrer na decisão.
Nadal, que agora acumula 36 vitórias consecutivas em Monte Carlo, não perde lá há mais de oito anos. Seu último revés veio em 2003, diante do argentino Guillermo Coria, na terceira rodada - em 2004, lesionado, o espanhol não disputou o torneio. No ano passado, Nadal se tornou o primeiro tenista na história a vencer um torneio da ATP seis vezes seguidas.Fazia tempo que Nadal não tinha dificuldades para vencer em Monte Carlo. O espanhol não perdia um set no Principado desde a final do torneio de 2009. No ano passado, o número 1 do mundo atropelou todos seus adversários, aplicando três pneus e cedendo apenas 14 games em toda a competição.
Escocês ameaça no começo
A partida começou atrasada porque Andy Murray pediu tempo extra para tratar o cotovelo direito, região onde sentia dores. No entanto, se o escocês entrou em quadra com dores, não demonstrou. Com um primeiro game sólido e agressivo na medida certa, o escocês abriu a partida com uma quebra de saque. Nadal reagiu rápido, devolveu a quebra no segundo game e, atacando mais, venceu quatro games seguidos, abrindo 4/1.
Murray recebe atendimento médico no cotovelolesionado no terceiro set (Foto: Getty Images)
A última chance do escocês veio no nono game, quando Nadal teve 0/15, e Murray errou uma esquerda fácil, que deixaria o número 1 em posição desconfortável. Dali em diante, o espanhol não vacilou mais. Confirmou seu saque e viu Murray errar seguidas bolas no décimo game. Com uma esquerda na rede, o escocês perdeu o serviço e a parcial: 6/4.
O começo do segundo set foi parecido com o do primeiro, com o número 4 do mundo mais uma vez conseguindo uma quebra. Desta vez, porém, Murray consolidou a vantagem e, depois de salvar seis break points, abriu 3/1. O britânico ganhou confiança, enquanto Nadal cometia mais erros do que de costume. Os dois trocaram quebras no quarto, sexto e sétimo games, e Murray sacou para a parcial em 5/2. Com uma ótima curtinha, ele fechou a parcial e forçou o terceiro set.
Na parcial decisiva, o número 1 do mundo voltou a mostrar seu poder de jogar bem nos momentos importantes. Logo no segundo game, Nadal quebrou o saque de Murray e, em poucos minutos, o espanhol liderava por 3/0. Enquanto isso, o escocês começou a reclamar de dores no cotovelo direito e pediu atendimento médico.
Não adiantou. Nadal começou a atacar o lado direito de Murray e foi com uma bola vencedora ali que o número 1 conseguiu nova quebra, abrindo 4/0. O espanhol ainda jogou um game ruim e deixou o adversário vencer um game, mas Murray não teve forças para iniciar uma reação. O escocês foi quebrado no sexto game e viu Nadal garantir a vaga na final e festejar muito.
Aposentadoria marcada: Jean diz que para no fim do ano que vem
A entrevista coletiva de Jean havia praticamente terminado, mas uma pergunta sobre o tempo de contrato do zagueiro com o Flamengo trouxe uma novidade à tona: o jogador, de 31 anos, está com a aposentadoria marcada.
A afirmação surpreendeu os jornalistas. Por um instante, Jean demonstrou arrependimento por ter feito tal revelação, mas foi em frente na justificativa.
- Acho que com 33 anos é o momento ideal, esse sempre foi o meu plano. Que minha esposa não ouça essa entrevista (risos). Pretendo dar continuidade em outras coisas na minha vida.
O defensor dá a notícia na véspera da partida contra o Macaé, neste domingo, pela última rodada classificatória da Taça Rio. Depois de mais de dois meses sem começar um jogo, ele será titular em Volta Redonda, no estádio Raulino de Oliveira. Isso porque Vanderlei Luxemburgo optou por poupar Welinton, pendurado com dois cartões amarelos. Jean está em contagem regressiva, mas ainda faz planos. Um deles é ter o vínculo com o Rubro-Negro prorrogado.
- Espero terminar esse ano com títulos, especialmente se tiver a chance de jogar algumas partidas, de ajudar o grupo em campo. Espero encerrar a carreira num grande clube. Foi assim que planejei. Espero que neste ano o Flamengo possa conseguir a vaga na Libertadores e que no ano que vem possamos buscar esse título.
No Brasil, ele jogou por São Paulo, Grêmio e Corinthians. Também tem passagens por clubes da Rússia. No Flamengo desde junho do ano passado, disputou 20 jogos e fez um gol.
A vida pós-futebol ainda não está definida. Por enquanto, a única certeza é a de que o ramo não será o esporte.
- Penso em fazer outras coisas. Gosto do setor imobiliário, me atrai. Mas é preciso ter tempo para se dedicar e ter uma segurança.
O time do Flamengo está praticamente definido para o jogo contra o Macaé. No coletivo da última sexta-feira, Luxemburgo promoveu quatro mudanças. Além de Welinton, Léo Moura e Willians, também pendurados, estão fora. Galhardo e Fierro ganham uma chance. O parceiro de Jean na zaga será Ronaldo Angelim, que substitui o suspenso David Braz. Na frente, o técnico estuda a possibilidade de poupar Ronaldinho e Thiago Neves. Ambos, ou pelo menos um deles, ficariam no banco. Bottinelli e Diego Maurício seriam os substitutos.
A provável formação: Felipe, Galhardo, Jean, Ronaldo Angelim e Rodrigo Alvim; Maldonado, Fierro, Renato e Thiago Neves (Bottinelli); Ronaldinho (Diego Maurício) e Deivid.
- Meu contrato vai até dezembro. Aí eu paro no fim do ano que vem.
- Acho que com 33 anos é o momento ideal, esse sempre foi o meu plano. Que minha esposa não ouça essa entrevista (risos). Pretendo dar continuidade em outras coisas na minha vida.
O defensor dá a notícia na véspera da partida contra o Macaé, neste domingo, pela última rodada classificatória da Taça Rio. Depois de mais de dois meses sem começar um jogo, ele será titular em Volta Redonda, no estádio Raulino de Oliveira. Isso porque Vanderlei Luxemburgo optou por poupar Welinton, pendurado com dois cartões amarelos. Jean está em contagem regressiva, mas ainda faz planos. Um deles é ter o vínculo com o Rubro-Negro prorrogado.
Acho que com 33 anos é o momento ideal, esse sempre foi o meu plano. Que minha esposa não ouça essa entrevista (risos). Pretendo dar continuidade em outras coisas na minha vida"
Jean
No Brasil, ele jogou por São Paulo, Grêmio e Corinthians. Também tem passagens por clubes da Rússia. No Flamengo desde junho do ano passado, disputou 20 jogos e fez um gol.
A vida pós-futebol ainda não está definida. Por enquanto, a única certeza é a de que o ramo não será o esporte.
- Penso em fazer outras coisas. Gosto do setor imobiliário, me atrai. Mas é preciso ter tempo para se dedicar e ter uma segurança.
O time do Flamengo está praticamente definido para o jogo contra o Macaé. No coletivo da última sexta-feira, Luxemburgo promoveu quatro mudanças. Além de Welinton, Léo Moura e Willians, também pendurados, estão fora. Galhardo e Fierro ganham uma chance. O parceiro de Jean na zaga será Ronaldo Angelim, que substitui o suspenso David Braz. Na frente, o técnico estuda a possibilidade de poupar Ronaldinho e Thiago Neves. Ambos, ou pelo menos um deles, ficariam no banco. Bottinelli e Diego Maurício seriam os substitutos.
A provável formação: Felipe, Galhardo, Jean, Ronaldo Angelim e Rodrigo Alvim; Maldonado, Fierro, Renato e Thiago Neves (Bottinelli); Ronaldinho (Diego Maurício) e Deivid.
Presidente santista garante que Ganso não jogará no Corinthians
Após a vitória de 2 a 1 sobre o Cerro Porteño, quinta-feira, pela Taça Libertadores, a delegação santista desembarcou nesta sexta à noite, no aeroporto de Guarulhos. A atenção dos jornalistas e dos cerca de 20 torcedores que aguardavam o time estava voltada para Paulo Henrique Ganso.
O meia foi o último a sair. Entre o pouso do avião e o desembarque, quase duas horas. A todo instante, fãs do camisa 10 o paravam na busca por fotos e autógrafos. Outro motivo para o atraso foi a parada no free shop, onde o jogador permaneceu por um bom tempo fazendo compras.
Toda a espera, porém, foi em vão. Ganso pouco falou com a imprensa e, em meio ao tumulto, logo foi puxado pelo assessor de imprensa do clube em direção a um táxi. As únicas palavras proferidas foram:
- Não tem nada (de Corinthians). Não tem contrato. Sou jogador do Santos.
Sem o posicionamento do meia, coube ao presidente Luís Alvaro de Oliveira Ribeiro a missão de ser o porta-voz do atleta. Laor elogiou a atuação do jogador na última quinta-feira e garantiu que ele só sai do Peixe para atuar no futebol europeu.
- O Ganso me prometeu que no Brasil ele só joga pelo Santos. É natural que ele diga e pense isso, porque há um carinho enorme da torcida por ele, há uma identificação do futebol clássico dele com a camisa 10 do Santos e eu acho que ontem tivemos uma demonstração de como ele é importante para o time. Está voltando aos poucos, após sete meses de inatividade, e vai ser campeão da Libertadores, se Deus quiser.
Sobre a proposta feita ao jogador, o mandatário confirmou que o salário oferecido é idêntico ao de Neymar:
- Nós oferecemos a ele uma proposta no mesmo nível salarial do Neymar, que está feliz da vida. Um piso mínimo bastante expressivo e possibilidades infinitas de ganhar dinheiro aqui no Brasil. O que eu tenho insistido é que é natural que o Ganso queira jogar lá fora, mas que ele vai muito mais valorizado se esperar mais um ou dois anos. Vai com valor agregado, ganha títulos no Brasil e será objeto de interesse da imprensa do mundo inteiro, porque a Copa de 2014 será aqui.
Muricy recebeu muitos elogios do presidente santista (Foto: Aexandre Massi)Quem também recebeu elogios do presidente foi Muricy Ramalho. O treinador, que comandou o time em apenas dois jogos, ganhou pontos com o chefe após a atuação contra o Cerro.
- Ele é fantástico. Um cara gente boa, simples, bacana e inteligente. Já deu a cara dele ao time. O time jogou compacto e com uma velocidade incrível no contra-ataque. O Muricy é o cara.
O técnico do Peixe, como já é habitual, não quis falar com a imprensa no desembarque. Perguntado sobre a possibilidade de escalar um time reserva contra o Paulista, domingo, na Vila Belmiro, Muricy foi curto e grosso: “acho que sim.”
O meia foi o último a sair. Entre o pouso do avião e o desembarque, quase duas horas. A todo instante, fãs do camisa 10 o paravam na busca por fotos e autógrafos. Outro motivo para o atraso foi a parada no free shop, onde o jogador permaneceu por um bom tempo fazendo compras.
Toda a espera, porém, foi em vão. Ganso pouco falou com a imprensa e, em meio ao tumulto, logo foi puxado pelo assessor de imprensa do clube em direção a um táxi. As únicas palavras proferidas foram:
- Não tem nada (de Corinthians). Não tem contrato. Sou jogador do Santos.
Sem o posicionamento do meia, coube ao presidente Luís Alvaro de Oliveira Ribeiro a missão de ser o porta-voz do atleta. Laor elogiou a atuação do jogador na última quinta-feira e garantiu que ele só sai do Peixe para atuar no futebol europeu.
- O Ganso me prometeu que no Brasil ele só joga pelo Santos. É natural que ele diga e pense isso, porque há um carinho enorme da torcida por ele, há uma identificação do futebol clássico dele com a camisa 10 do Santos e eu acho que ontem tivemos uma demonstração de como ele é importante para o time. Está voltando aos poucos, após sete meses de inatividade, e vai ser campeão da Libertadores, se Deus quiser.
Sobre a proposta feita ao jogador, o mandatário confirmou que o salário oferecido é idêntico ao de Neymar:
- Nós oferecemos a ele uma proposta no mesmo nível salarial do Neymar, que está feliz da vida. Um piso mínimo bastante expressivo e possibilidades infinitas de ganhar dinheiro aqui no Brasil. O que eu tenho insistido é que é natural que o Ganso queira jogar lá fora, mas que ele vai muito mais valorizado se esperar mais um ou dois anos. Vai com valor agregado, ganha títulos no Brasil e será objeto de interesse da imprensa do mundo inteiro, porque a Copa de 2014 será aqui.
Muricy recebeu muitos elogios do presidente santista (Foto: Aexandre Massi)- Ele é fantástico. Um cara gente boa, simples, bacana e inteligente. Já deu a cara dele ao time. O time jogou compacto e com uma velocidade incrível no contra-ataque. O Muricy é o cara.
O técnico do Peixe, como já é habitual, não quis falar com a imprensa no desembarque. Perguntado sobre a possibilidade de escalar um time reserva contra o Paulista, domingo, na Vila Belmiro, Muricy foi curto e grosso: “acho que sim.”
Dia para ver o Inter de Falcão: Colorado recebe o Santa Cruz
Chegou o dia de o ídolo reencontrar seus seguidores. É neste sábado, contra o Santa Cruz, a estreia de Paulo Roberto Falcão como técnico do Inter. E já com decisão. A partida das 18h30m, no Beira-Rio, vale classificação para as semifinais do returno do Gauchão. Como já perdeu o primeiro turno, o Colorado joga a vida no Estadual. Uma eventual derrota representará a eliminação para os vermelhos.
Falcão apresentará o novo Inter à torcida. O time agora atua com quatro jogadores em linha no meio-campo. Com a bola, D'Alessandro se junta ao ataque, formando um meio-termo entre o 4-4-2 e o 4-3-3. O jogo servirá como preparação para o compromisso mais importante do semestre para os colorados. Na terça-feira, o Inter decide classificação à próxima fase da Libertadores - em casa, precisa pelo menos empatar com o Emelec, do Equador.
O GLOBOESPORTE.COM acompanha Inter x Santa Cruz em Tempo Real. O Premiere, pelo sistema pay-per-view, mostra para todo o Brasil. O jogo será apitado por Vinícius Costa da Costa, auxiliado por Altemir Hausmann e José Javel Silveira.
Inter: se a primeira impressão é a que fica, o Inter precisa de uma vitória convincente e de uma boa atuação na estreia de Falcão. Classificar, claro, é obrigação para os colorados. Uma vitória dará confiança ao time, em momento de transição entre a estragégia de Roth e a de Falcão.
Santa Cruz: o Santa Cruz tenta ir além de suas próprias expectativas. Com as dificuldades típicas de um time do interior, evitar a queda já foi uma vitória. Classificar se tornou quase uma façanha. Se conseguir desbancar o Inter, aí o Galo terá feito valer a pena o Gauchão de 2011.
Inter: Falcão já apresenta suas inovações. O Inter, defendendo, forma uma linha de quatro meias, com Andrezinho em uma ponta, D'Alessandro na outra e Bolatti e Guiñazu mais centralizados. Sem a bola, o camisa 10 avança pela esquerda, auxiliando Rafael Sobis e Leandro Damião no ataque. Rodrigo entra na zaga, com Índio no banco. Oscar, lesionado, dá lugar a Andrezinho no meio. Outro desfalque, de última hora, foi o goleiro Lauro, com lesão muscular. Escalação: Renan, Nei, Bolívar, Rodrigo e Kleber; Bolatti, Guiñazu, Andrezinho e D'Alessandro; Rafael Sobis e Leandro Damião.
Santa Cruz: o técnico Edson Porto tem os desfalques do ala Cristiano e do volante Xipote. Vainer e Vinícius são as alternativas para o primeiro. Uillian deve ser recuado para cumprir a função do segundo. Provável time: César, Anelka, Rodrigo Rizo e Luís Henrique; Régis, Alejandro, Uillian, Maicon Gaúcho (Jean) e Vinícius; Juari e Leonardo.

Inter: no novo desenho tático do Inter, aumenta o raio de ação de Andrés D'Alessandro. Agora, ele precisa voltar ao campo de defesa (algo que já acontecia com Roth) para ajudar na marcação e logo tem que partir em disparado para fortalecer o ataque. Nesta sexta-feira, o argentino completou 30 anos. É o craque do time.
Santa Cruz: o Santa Cruz conta com o uruguaio Alejandro como um dos destaques. Figura importante na saída do time para o ataque, ele marcou o gol do Santa Cruz no empate por 1 a 1 com o Grêmio na semana passada.

Paulo Roberto Falcão, técnico do Inter: "Fazia tempo que eu trabalhava no sentido de voltar ao futebol. E faço isso no clube onde me criei, onde joguei, para o qual torci desde pequeno. É uma situação diferente, mas tranquila, porque temos que resolver as coisas no tempo que temos. É muito pouco tempo para mexer alguma coisa mais drástica, como eu gostaria. Todos esses componentes, essa excitação minha, das pessoas que estão aqui, da imprensa, são naturais. Isso tem um peso".
Edson Porto, técnico do Santa Cruz: "A nossa postura vai ser a mesma, vamos jogar da mesma maneira do segundo turno, não vamos sair da formação que nós jogamos".

Falcão apresentará o novo Inter à torcida. O time agora atua com quatro jogadores em linha no meio-campo. Com a bola, D'Alessandro se junta ao ataque, formando um meio-termo entre o 4-4-2 e o 4-3-3. O jogo servirá como preparação para o compromisso mais importante do semestre para os colorados. Na terça-feira, o Inter decide classificação à próxima fase da Libertadores - em casa, precisa pelo menos empatar com o Emelec, do Equador.
O GLOBOESPORTE.COM acompanha Inter x Santa Cruz em Tempo Real. O Premiere, pelo sistema pay-per-view, mostra para todo o Brasil. O jogo será apitado por Vinícius Costa da Costa, auxiliado por Altemir Hausmann e José Javel Silveira.

Santa Cruz: o Santa Cruz tenta ir além de suas próprias expectativas. Com as dificuldades típicas de um time do interior, evitar a queda já foi uma vitória. Classificar se tornou quase uma façanha. Se conseguir desbancar o Inter, aí o Galo terá feito valer a pena o Gauchão de 2011.

Santa Cruz: o técnico Edson Porto tem os desfalques do ala Cristiano e do volante Xipote. Vainer e Vinícius são as alternativas para o primeiro. Uillian deve ser recuado para cumprir a função do segundo. Provável time: César, Anelka, Rodrigo Rizo e Luís Henrique; Régis, Alejandro, Uillian, Maicon Gaúcho (Jean) e Vinícius; Juari e Leonardo.

Inter: no novo desenho tático do Inter, aumenta o raio de ação de Andrés D'Alessandro. Agora, ele precisa voltar ao campo de defesa (algo que já acontecia com Roth) para ajudar na marcação e logo tem que partir em disparado para fortalecer o ataque. Nesta sexta-feira, o argentino completou 30 anos. É o craque do time.
Santa Cruz: o Santa Cruz conta com o uruguaio Alejandro como um dos destaques. Figura importante na saída do time para o ataque, ele marcou o gol do Santa Cruz no empate por 1 a 1 com o Grêmio na semana passada.

Paulo Roberto Falcão, técnico do Inter: "Fazia tempo que eu trabalhava no sentido de voltar ao futebol. E faço isso no clube onde me criei, onde joguei, para o qual torci desde pequeno. É uma situação diferente, mas tranquila, porque temos que resolver as coisas no tempo que temos. É muito pouco tempo para mexer alguma coisa mais drástica, como eu gostaria. Todos esses componentes, essa excitação minha, das pessoas que estão aqui, da imprensa, são naturais. Isso tem um peso".
Edson Porto, técnico do Santa Cruz: "A nossa postura vai ser a mesma, vamos jogar da mesma maneira do segundo turno, não vamos sair da formação que nós jogamos".

O Inter ainda usava seu time B no Gauchão quando duelou pela última vez com o Santa Cruz. Foi em 22 de janeiro, no Beira-Rio, e com vitória por 1 a 0, gol de Ricardo Goulart. O time vermelho, treinado por Enderson Moreira, hoje no Fluminense, teve Muriel, Daniel, Rodrigo Moledo, Ronaldo Alves e Massari; Juliano, Augusto, Wagner Libano (Mineiro), Marquinhos (Marinho) e Ricardo Goulart (Natan); Guto. Muitos deles não estão mais no Beira-Rio. Foram emprestados após o time B ser dinamitado pela diretoria.
Com apagão na volta do vestiário, Franca perde em casa para o Atenas
Líder do NBB, Franca reencontrou sua torcida na noite desta sexta-feira para a abertura do Torneio Interligas, que reúne os melhores times das ligas brasileira e argentina. E o público que foi ao ginásio Pedrocão voltou para casa frustrado. Após a vitória do Pinheiros sobre o Libertad Sunchales, os francanos entraram em quadra para enfrentar o Atenas de Córdoba. Começaram bem, mas um apagão no terceiro quarto decretou a derrota por 77 a 58, largando mal no quadrangular.
As quatro equipes voltam à quadra no sábado, para mais uma rodada dupla com transmissão do SporTV. Os argentinos se enfrentam às 19h, e os brasileiros fecham a noite às 21h, reeditando o duelo da última rodada da fase de classificação do NBB, que rendeu a Franca a liderança da competição.- Jogamos muito mal. Nosso ataque não fluiu e o time deles começou a acertar os arremessos de fora, que foram decisivos. Mas nós sabemos que em quadrangular sempre há empates e até empates triplos. Por isso, temos que fazer a nossa parte e vencer os próximos jogos – afirmou Ricardo Probst.
Na sexta, o pivô americano Williams foi o principal nome do Atenas, com 20 pontos, seguido pelos 15 de Lescano, que ainda distribuiu sete assistências. Pelo lado francano, o cestinha foi o ala-pivô Maurice Spillers, com 17 pontos.
Com uma boa defesa no primeiro tempo, Franca foi para o intervalo vencendo por 30 a 20. Mas aí veio o colapso do terceiro período, quando o time da casa fez apenas cinco pontos, contra 24 do rival. A reação dos anfitriões no último período foi abortada com a boa pontaria dos argentinos nas bolas de três pontos. Com os chutes certeiros, eles garantiram a vitória no quintal do adversário.
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Com ginásio sob holofotes, Cruzeiro e Vôlei Futuro lutam por vaga na final
De apenas cenário para um dos personagens principais do espetáculo. O Ginásio Poliesportivo do Riacho, em Contagem, será um dos protagonistas do duelo entre Cruzeiro e Vôlei Futuro desta sexta-feira, às 20h30m, quando os times fazem o terceiro e decisivo jogo das semifinais, com transmissão do SporTV. Quem vencer chega à decisão da Superliga Masculina, contra o Sesi, no Mineirinho.
A quadra em Contagem foi o palco do primeiro duelo entre as equipes pelas semifinais, quando o Cruzeiro venceu por 3 sets a 2 em uma partida marcada pelas ofensas homofóbicas direcionadas ao meio de rede Michael.
É lá também que o time mineiro segue invicto nesta temporada da Superliga, com sete vitórias em sete jogos. E o ginásio promete ser transformado em caldeirão outra vez, já que os quase 2.000 ingressos foram vendidos em apenas 35 minutos na terça-feira.
Com ingressos esgotados e polêmica, Ginásio do Riacho será peça fundamental do jogo desta sexta-feira (Foto: Leo Velasco / Globoesporte.com)
O Cruzeiro venceu em Contagem por 3 sets a 2 no primeiro jogo da série, mas o Vôlei Futuro devolveu a derrota, com uma vitória pelo mesmo placar em Araçatuba, empatando o confronto. Quem vencer nesta sexta garante um lugar na final da Superliga Masculina, contra o Sesi.
Acácio, central do Cruzeiro: “Falando friamente, eu consegui sacar bem no ginásio, achei referências boas para esse fundamento. E o ginásio enche, lota, e é super legal jogar com o ginásio lotado. É sempre uma diferença, o espetáculo fica mais bonito”.
Michael, central do Vôlei Futuro: "O fator casa conta muito. Você está acostumado com o ginásio ao longo do ano todo, tem os parâmetros. A torcida também ajuda muito. E não espero retaliação nem nada do tipo. Acho que a torcida deve ter aprendido".
Wallace, oposto do Cruzeiro: “É um alívio (ter a torcida do lado). Ainda mais esgotando os ingressos em menos de uma hora. Com certeza a torcida vai estar nos apoiando, e vai ser recompensada”.
Mário Jr., líbero do Vôlei Futuro: "Treinamos bem por que a gente sabe da importância de treinar forte na véspera do jogo. Não vai ter moleza. Vai ser uma guerra aqui dentro. Os dois times vão lutar muito, não vão se entregar, e vamos fazer um belo jogo para essa torcida de Minas. A gente está se preparando para mais um jogo de cinco sets".
O oposto Wallace e o ponteiro Camejo têm sido os grandes pontuadores do confronto pelas semifinais. O jogador do Cruzeiro fez 47 pontos nas duas partidas (22 e 25), enquanto o atleta cubano marcou 46 (20 e 26).
A quadra em Contagem foi o palco do primeiro duelo entre as equipes pelas semifinais, quando o Cruzeiro venceu por 3 sets a 2 em uma partida marcada pelas ofensas homofóbicas direcionadas ao meio de rede Michael.
É lá também que o time mineiro segue invicto nesta temporada da Superliga, com sete vitórias em sete jogos. E o ginásio promete ser transformado em caldeirão outra vez, já que os quase 2.000 ingressos foram vendidos em apenas 35 minutos na terça-feira.
Com ingressos esgotados e polêmica, Ginásio do Riacho será peça fundamental do jogo desta sexta-feira (Foto: Leo Velasco / Globoesporte.com)
O Cruzeiro venceu em Contagem por 3 sets a 2 no primeiro jogo da série, mas o Vôlei Futuro devolveu a derrota, com uma vitória pelo mesmo placar em Araçatuba, empatando o confronto. Quem vencer nesta sexta garante um lugar na final da Superliga Masculina, contra o Sesi.

Michael, central do Vôlei Futuro: "O fator casa conta muito. Você está acostumado com o ginásio ao longo do ano todo, tem os parâmetros. A torcida também ajuda muito. E não espero retaliação nem nada do tipo. Acho que a torcida deve ter aprendido".
Wallace, oposto do Cruzeiro: “É um alívio (ter a torcida do lado). Ainda mais esgotando os ingressos em menos de uma hora. Com certeza a torcida vai estar nos apoiando, e vai ser recompensada”.
Mário Jr., líbero do Vôlei Futuro: "Treinamos bem por que a gente sabe da importância de treinar forte na véspera do jogo. Não vai ter moleza. Vai ser uma guerra aqui dentro. Os dois times vão lutar muito, não vão se entregar, e vamos fazer um belo jogo para essa torcida de Minas. A gente está se preparando para mais um jogo de cinco sets".

Hamilton ressalta lealdade à McLaren após polêmica: 'Só um comentário'
Após dizer que sua lealdade à McLaren tem limites, Lewis Hamilton resolveu voltar atrás com a repercussão negativa de sua declaração. O inglês disse que não existem dúvidas sobre seu comprometimento com a equipe, mesmo após a afirmação. Ele tinha afirmado que a permanência no time dependeria de um carro vencedor nesta e na próxima temporada, já que seu contrato acaba em 2012. O piloto disse também que teve um carro competitivo nos anos anteriores.
- Foi só um comentário. É assim que a vida funciona. Não existem dúvidas sobre minha lealdade à McLaren. Estou aqui desde os seis anos de idade, estou comprometido com eles. Quero ajudar a equipe e me tornar um dos pilotos mais bem sucedidos da Fórmula 1. Quero que eles trabalhem para isso. Se olharmos para o nosso desempenho ao longo dos anos, posso dizer que sou o único piloto a vencer uma corrida todo ano. Tive um carro vencedor em todos eles. Isto é algo muito positivo - diz Hamilton, em entrevista após os treinos livres desta sexta-feira.
- Não penso em nada a não ser em vencer títulos. Só estive nesta condição por um curto período na Fórmula 1. Tenho a sorte de estar em uma equipe grande, onde estou confortável, mas quero ser campeão. Minha lealdade tem limites. Sempre gostei de pilotar aqui na McLaren e gostaria de continuar, mas tenho de analisar qual será minha posição no fim do ano e o que aconteceu na temporada - diz Hamilton, em entrevista à imprensa inglesa.
- Foi só um comentário. É assim que a vida funciona. Não existem dúvidas sobre minha lealdade à McLaren. Estou aqui desde os seis anos de idade, estou comprometido com eles. Quero ajudar a equipe e me tornar um dos pilotos mais bem sucedidos da Fórmula 1. Quero que eles trabalhem para isso. Se olharmos para o nosso desempenho ao longo dos anos, posso dizer que sou o único piloto a vencer uma corrida todo ano. Tive um carro vencedor em todos eles. Isto é algo muito positivo - diz Hamilton, em entrevista após os treinos livres desta sexta-feira.
O discurso do campeão de 2008 mudou bastante em pouco tempo. Seu futuro na categoria é alvo alvo de especulações há algum tempo. Recentemente, o piloto passou a ser agenciado por Simon Fuller, criador do reality show "American Idol" e do grupo musical "Spice Girls" e as conversas sobre uma possível mudança aumentaram muito.
- Não penso em nada a não ser em vencer títulos. Só estive nesta condição por um curto período na Fórmula 1. Tenho a sorte de estar em uma equipe grande, onde estou confortável, mas quero ser campeão. Minha lealdade tem limites. Sempre gostei de pilotar aqui na McLaren e gostaria de continuar, mas tenho de analisar qual será minha posição no fim do ano e o que aconteceu na temporada - diz Hamilton, em entrevista à imprensa inglesa.
Motocross: piloto brasileiro sofre acidente e passa por cirurgia no baço
O piloto brasileiro Wellington Garcia sofreu um acidente durante os treinos da etapa de abertura do Campeonato Mundial de Motocross, no último sábado, em Sevlievo, na Bulgária. Após os exames apontarem duas pequenas rupturas no baço, ele precisou passar por uma cirurgia para conter um sangramento.
O brasileiro, que caiu após levar uma fechada de outro piloto, já está acordado e passa bem, porém continuará em observação médica. A previsão é que ele ainda fique internado nos próximos cinco dias.
Wellington Silva, pai do piloto, já está a caminho da Bulgária para acompanhar a recuperação do filho no hospital de Gabrovo, que fica a cerca de 20 quilômetros de Sevlievo.
O brasileiro, que caiu após levar uma fechada de outro piloto, já está acordado e passa bem, porém continuará em observação médica. A previsão é que ele ainda fique internado nos próximos cinco dias.
Wellington Silva, pai do piloto, já está a caminho da Bulgária para acompanhar a recuperação do filho no hospital de Gabrovo, que fica a cerca de 20 quilômetros de Sevlievo.
Torcedor do Chicago, Obama usa boné do time em solenidade: 'Go, Bulls!'
Um dia após o término da temporada regular da NBA, Barack Obama fez questão de registrar a satisfação com a campanha dos Bulls. Sem disfarçar sua já conhecida torcida pelo time de Chicago, o presidente dos EUA fez questão de usar, no fim de uma solenidade beneficente do Partido Democrata, nesta quinta-feira, um boné da equipe de melhor campanha na primeira fase da competição.
Barack Obama usa boné do Chicago Bulls em solenidade beneficente do Partido Democrata (Foto: Reuters)Devidamente 'vestido', Obama mandou o recado para os jogadores que se preparam para iniciar, contra o Indiana Pacers, neste fim de semana, sua série nos playoffs.
- Go, Bulls!
Barack Obama usa boné do Chicago Bulls em solenidade beneficente do Partido Democrata (Foto: Reuters)- Go, Bulls!
Com Bulls e Spurs no topo, NBA fecha fase regular e vai aos playoffs
A NBA colocou todos os seus 30 times em quadra na quarta-feira para a última rodada da temporada regular 2010/11. Os 15 jogos da noite definiram as últimas posições na classificação para os playoffs, que começam no sábado. Brigam pelo título do Leste Bulls, Heat, Celtics, Magic, Hawks, Knicks 76ers e Pacers. No Oeste, a disputa é entre Spurs, Lakers, Mavs, Thunder, Nuggets, Blazers, Hornets e Grizzlies. Só um dos 16 chegará ao título. Veja abaixo os oito confrontos do primeiro round do mata-mata, todos em séries melhor de sete.

Chicago Bulls (1º) x Indiana Pacers (8º)
O Chicago volta a dominar a conferência Leste pela primeira vez desde a aposentadoria de Michael Jordan. Com o armador Derrick Rose (foto) no comando, o time conta com o talento de Boozer e Deng para superar o Indiana Pacers, que não deve fazer frente ao líder.
Miami Heat (2º) x Philadelphia 73ers (7º)
Chegou a hora de testar o trio do Heat nos playoffs. LeBron James (foto), Dwyane Wade e Chris Bosh ainda precisam provar seu entrosamento, mas são favoritos no primeiro round contra o Philadelphia 76ers de Elton Brand, Andre Iguodala e Jrue Holiday.
Boston Celtics (3º) x New York Knicks (6º)
Este é o duelo entre o time famoso pela defesa e o time famoso por não defender. Apesar dos altos e baixos na segunda metade da temporada, o Boston tenta provar que a marcação ainda fala mais alto. Do outro lado, o New York confia no trio formado por Carmelo, Amare e Billups.
Orlando Magic (4º) x Atlanta Hawks (5º)
No ano passado, o Orlando atropelou os Hawks no segundo round dos playoffs, varrendo o adversário por 4 a 0. Após perder as seis últimas partidas da fase regular, o Atlanta vai tentar a recuperação tendo pela frente o pivô Dwight Howard, que faz um ótimo campeonato.
San Antonio Spurs (1º) x Memphis Grizzlies (8º)
Sob o comando do trio Parker-Ginóbili-Duncan, o San Antonio chegou ao topo do Oeste e voltou a ter status de candidato ao título. Na primeira rodada, o time do brasileiro Tiago Splitter (foto) pega o Memphis, que perde muito de sua força sem Rudy Gay, machucado.
Los Angeles Lakers (2º) x New Orleans Hornets (7º)
Na reta final da fase regular, o atual campeão andou rateando e ainda viu o pivô Andrew Bynum se machucar. Mas ainda assim é franco favorito contra o New Orleans Hornets, que também sofre com a lesão de um homem de garrafão: o ala-pivô David West.
Dallas Mavericks (3º) x Portland Trail Blazers (6º)
Após passar a temporada toda brigando pelo topo do Oeste, o Dallas ficou com a terceira posição e vai enfrentar o jovem e equilibrado Portland. O time do Texas tem o talento do alemão Dirk Nowitzki para enfrentar a turma de Brandon Roy.
Oklahoma City Thunder (4º) x Denver Nuggets (5º)
No confronto mais equilibrado da conferência, o Oklahoma do craque Kevin Durant pega um adversário surpreendente: o Denver do brasileiro Nenê, que conseguiu uma proeza: melhorou com a saída do astro Carmelo Anthony e agora aposta no basquete coletivo.

Chicago Bulls (1º) x Indiana Pacers (8º)
O Chicago volta a dominar a conferência Leste pela primeira vez desde a aposentadoria de Michael Jordan. Com o armador Derrick Rose (foto) no comando, o time conta com o talento de Boozer e Deng para superar o Indiana Pacers, que não deve fazer frente ao líder.

Chegou a hora de testar o trio do Heat nos playoffs. LeBron James (foto), Dwyane Wade e Chris Bosh ainda precisam provar seu entrosamento, mas são favoritos no primeiro round contra o Philadelphia 76ers de Elton Brand, Andre Iguodala e Jrue Holiday.

Este é o duelo entre o time famoso pela defesa e o time famoso por não defender. Apesar dos altos e baixos na segunda metade da temporada, o Boston tenta provar que a marcação ainda fala mais alto. Do outro lado, o New York confia no trio formado por Carmelo, Amare e Billups.

No ano passado, o Orlando atropelou os Hawks no segundo round dos playoffs, varrendo o adversário por 4 a 0. Após perder as seis últimas partidas da fase regular, o Atlanta vai tentar a recuperação tendo pela frente o pivô Dwight Howard, que faz um ótimo campeonato.

Sob o comando do trio Parker-Ginóbili-Duncan, o San Antonio chegou ao topo do Oeste e voltou a ter status de candidato ao título. Na primeira rodada, o time do brasileiro Tiago Splitter (foto) pega o Memphis, que perde muito de sua força sem Rudy Gay, machucado.

Na reta final da fase regular, o atual campeão andou rateando e ainda viu o pivô Andrew Bynum se machucar. Mas ainda assim é franco favorito contra o New Orleans Hornets, que também sofre com a lesão de um homem de garrafão: o ala-pivô David West.

Após passar a temporada toda brigando pelo topo do Oeste, o Dallas ficou com a terceira posição e vai enfrentar o jovem e equilibrado Portland. O time do Texas tem o talento do alemão Dirk Nowitzki para enfrentar a turma de Brandon Roy.

No confronto mais equilibrado da conferência, o Oklahoma do craque Kevin Durant pega um adversário surpreendente: o Denver do brasileiro Nenê, que conseguiu uma proeza: melhorou com a saída do astro Carmelo Anthony e agora aposta no basquete coletivo.
Love: 'Espero, num futuro próximo, estar no bonde do meu padrinho'
A vontade de Vagner Love é adiantar o calendário para que o segundo semestre chegue logo. Nesta quinta-feira, o atacante do CSKA confirmou que pediu ao presidente do clube russo, Eugeny Giner, para voltar ao Brasil e ao Flamengo. Segundo o Artilheiro do Amor, o Rubro-Negro foi o único a fazer uma proposta oficial. O retorno, no entanto, só será possível em agosto, na reabertura da janela de transferências do exterior.
- Eu tenho contrato até 2014 (termina em junho). Para sair daqui, o CSKA vai querer uma recompensa grande, mais tempo de contrato... Mas já tive uma reunião (com o presidente do CSKA), foi um primeiro passo, e vamos ver se em julho consigo negociar. Pedi a ele para voltar ao Brasil, e o único time que me fez uma proposta oficial foi o Flamengo. Espero que o negócio possa sair e eu possa voltar o mais rápido possível - disse, em entrevista à "Rádio Tupi".
Na última terça-feira, o diretor-geral do CSKA, Roman Babaev, confirmou que em julho o clube aceita ouvir a proposta rubro-negra. Um dia antes, Patricia Amorim dissera que havia feito a oferta. No entanto, segundo a mandatária, ela não chega sequer perto de R$ 34 milhões, que representa aproximadamente um terço da multa rescisória do jogador (R $ 91,7 milhões).
- Eu não vi o conteúdo da proposta. Só entreguei na mão dele (presidente do CSKA). Mas se é empréstimo ou compra definitiva não sei informar.
BRASIL MUNDIAL FC: concorra a uma camisa oficial do CSKA com o nome de Love
Love comentou também a possibilidade de fazer parte do "Bonde do Mengão sem freio", que tem feito sucesso no Campeonato Carioca e tem Ronaldinho Gaúcho como "maquinista".
- Seria bom. Espero, num futuro próximo, estar no bonde do meu padrinho (Ronaldinho). Mas ainda não tem nada. Só uma reunião pedindo para eu voltar ao Brasil. Só que agora não tem como negociar com a janela de transferências fechada. Tem que ter paciência e esperar. Ver uma contraproposta do CSKA e ver o que vai acontecer.
Caso o retorno se confirme, Vagner Love poderá jogar a partir da 15ª rodada do Brasileirão. Para ele, será diferente ter Adriano, a outra metade do antigo Império do Amor, como adversário. O Imperador se prepara para estrear pelo Corinthians.
- Vai ser uma coisa meio estranha, mas espero que seja legal e o Flamengo vença.
Confira outros trechos da entrevista:
Volta ao Flamengo
"Por mim, eu não sairia (do Flamengo). Fui muito feliz na primeira passagem. Procurei retribuir o carinho da torcida da melhor maneira possível. Quero desejar sorte à torcida rubro-negra, que possa comemorar o título do Carioca e, quem sabe, no Brasileiro eu possa estar aí. Espero que continuem o trabalho maravilhoso e, quando eu chegar, que eu possa ajudar a conquistar mais vitórias e titulos".
Situação no CSKA
"Depois que voltei do Brasil, ainda não joguei, mas vou voltar (ao time) no fim de semana. Tem que voltar à boa forma física novamente".
Sobre o frio da Rússia
"Eu me viro bem. Estou aqui há sete anos, já acostumei com o frio, em jogar com temperaturas negativas. No começo foi difícil, mas, com o passar dos anos, tirei de letra. Procurei fazer sempre meu melhor aqui".
De olho no Rubro-Negro
"Acompanho, com certeza. Todos os jogos que passam costumo assistir. Torço bastante. Sou torcedor do Flamengo até a morte. Torci bastante contra o Botafogo (domingo passado)".
- Eu tenho contrato até 2014 (termina em junho). Para sair daqui, o CSKA vai querer uma recompensa grande, mais tempo de contrato... Mas já tive uma reunião (com o presidente do CSKA), foi um primeiro passo, e vamos ver se em julho consigo negociar. Pedi a ele para voltar ao Brasil, e o único time que me fez uma proposta oficial foi o Flamengo. Espero que o negócio possa sair e eu possa voltar o mais rápido possível - disse, em entrevista à "Rádio Tupi".
Na última terça-feira, o diretor-geral do CSKA, Roman Babaev, confirmou que em julho o clube aceita ouvir a proposta rubro-negra. Um dia antes, Patricia Amorim dissera que havia feito a oferta. No entanto, segundo a mandatária, ela não chega sequer perto de R$ 34 milhões, que representa aproximadamente um terço da multa rescisória do jogador (R $ 91,7 milhões).
- Eu não vi o conteúdo da proposta. Só entreguei na mão dele (presidente do CSKA). Mas se é empréstimo ou compra definitiva não sei informar.
BRASIL MUNDIAL FC: concorra a uma camisa oficial do CSKA com o nome de Love
Love comentou também a possibilidade de fazer parte do "Bonde do Mengão sem freio", que tem feito sucesso no Campeonato Carioca e tem Ronaldinho Gaúcho como "maquinista".
- Seria bom. Espero, num futuro próximo, estar no bonde do meu padrinho (Ronaldinho). Mas ainda não tem nada. Só uma reunião pedindo para eu voltar ao Brasil. Só que agora não tem como negociar com a janela de transferências fechada. Tem que ter paciência e esperar. Ver uma contraproposta do CSKA e ver o que vai acontecer.
Caso o retorno se confirme, Vagner Love poderá jogar a partir da 15ª rodada do Brasileirão. Para ele, será diferente ter Adriano, a outra metade do antigo Império do Amor, como adversário. O Imperador se prepara para estrear pelo Corinthians.
- Vai ser uma coisa meio estranha, mas espero que seja legal e o Flamengo vença.
Confira outros trechos da entrevista:
Volta ao Flamengo
"Por mim, eu não sairia (do Flamengo). Fui muito feliz na primeira passagem. Procurei retribuir o carinho da torcida da melhor maneira possível. Quero desejar sorte à torcida rubro-negra, que possa comemorar o título do Carioca e, quem sabe, no Brasileiro eu possa estar aí. Espero que continuem o trabalho maravilhoso e, quando eu chegar, que eu possa ajudar a conquistar mais vitórias e titulos".
Situação no CSKA
"Depois que voltei do Brasil, ainda não joguei, mas vou voltar (ao time) no fim de semana. Tem que voltar à boa forma física novamente".
Sobre o frio da Rússia
"Eu me viro bem. Estou aqui há sete anos, já acostumei com o frio, em jogar com temperaturas negativas. No começo foi difícil, mas, com o passar dos anos, tirei de letra. Procurei fazer sempre meu melhor aqui".
De olho no Rubro-Negro
"Acompanho, com certeza. Todos os jogos que passam costumo assistir. Torço bastante. Sou torcedor do Flamengo até a morte. Torci bastante contra o Botafogo (domingo passado)".
Ronaldinho volta a treinar com o time
Depois de abandonar um treino físico pela metade e ficar sem treinar com bola nesta quarta-feira, Ronaldinho Gaúcho voltou a trabalhar com o grupo do Flamengo nesta quinta, no Ninho do Urubu. O camisa 10 conseguiu calçar as chuteiras e realizar normalmente os exercícios de finalização com os companheiros. Na véspera, ele teve dificuldades para correr por conta de uma bolha na sola do pé direito. O problema, que foi causado pelo atrito com algum tipo de calçado, virou ferida e incomodava.
Ronaldinho deve ter condições de jogo no domingo, contra o Macaé, às 16h (de Brasília), em Volta Redonda. No entanto, o craque pode ser um dos poupados por Vanderlei Luxemburgo, já que o time está classificado para as semifinais da Taça Rio. A equipe poderá ter algumas mudanças. Uma é certa: na zaga, Ronaldo Angelim será o substituto de David Braz, suspenso. Léo Moura, Welinton e Willians estão pendurados com dois cartões amarelos e podem ser preservados.
O treinador ainda não deu pistas sobre a formação. No trabalho desta tarde, exigiu empenho dos laterais nos cruzamentos e dos meias e atacantes na conclusões. O Flamengo é o vice-líder do Grupo A, com 15 pontos, um a menos que o Vasco. Os rivais estão garantidos na próxima fase. Resta definir quem fica com a primeira posição da chave.
Ronaldinho deve ter condições de jogo no domingo, contra o Macaé, às 16h (de Brasília), em Volta Redonda. No entanto, o craque pode ser um dos poupados por Vanderlei Luxemburgo, já que o time está classificado para as semifinais da Taça Rio. A equipe poderá ter algumas mudanças. Uma é certa: na zaga, Ronaldo Angelim será o substituto de David Braz, suspenso. Léo Moura, Welinton e Willians estão pendurados com dois cartões amarelos e podem ser preservados.
O treinador ainda não deu pistas sobre a formação. No trabalho desta tarde, exigiu empenho dos laterais nos cruzamentos e dos meias e atacantes na conclusões. O Flamengo é o vice-líder do Grupo A, com 15 pontos, um a menos que o Vasco. Os rivais estão garantidos na próxima fase. Resta definir quem fica com a primeira posição da chave.

D’Ale vira trintão e dá presente aos colorados: ‘Vou ficar até 2015 aqui’
Há exatos 30 anos, enquanto a Argentina apenas começava a formar Maradona como mito, enquanto um certo Paulo Roberto Falcão sonhava com a Copa do Mundo de 1982, um hospital de Buenos Aires entregava à luz mais um pequeno porteño. Dizem que as enfermeiras tiveram especial atenção com a perna esquerda do recém-nascido Andrés. Afinal, nunca se sabe, dali poderia surgir um drible só dele, ali poderia estar o alicerce de um símbolo do River Plate, ali poderia estar em criação um ícone moderno de algum clube (igualmente vermelho) de algum país vizinho (igualmente enlouquecido por futebol).
D'Alessandro recém-nascido: infância foi no bairroLa Paternal (Foto: Divulgação/dalessandro10.com)
Há exatos 30 anos, nascia Andrés Nicolas D’Alessandro, nascia D’Ale, nascia um futuro campeão da América pelo Internacional. O maior craque da atualidade no Beira-Rio vira trintão nesta sexta-feira. Referencial técnico do time, amado pela torcida, eleito melhor jogador do continente há poucos meses (em tradicional votação do jornal uruguaio “El País”), D’Alessandro completa três décadas de vida com histórias (boas e ruins) para contar. E com sonhos. O camisa 10 quer, a todo custo, disputar a Copa de 2014. E dá um aviso, em seu aniversário, como presente para a torcida: seguirá no Inter até lá.
D’Alessandro acertou renovação de contrato com o Inter. O novo vínculo vai até 2015. Só falta assinar. E ele não pensa em deixar o Beira-Rio tão cedo. O jogador, mesmo com tanta idolatria, mesmo com títulos expressivos, ainda não se sente parte do olimpo colorado, onde repousam os deuses dos mais de 100 anos de vida do clube. Para chegar lá, ele diz que precisa de mais tempo. E, pelo jeito, terá.
Em entrevista exclusiva ao GLOBOESPORTE.COM, D’Alessandro analisa sua carreira, fala da história de amor que teve com River Plate e Inter, comemora conquistas, lamenta erros e traça objetivos. Confira, abaixo, a íntegra da conversa de quase 40 minutos no Beira-Rio.
D'Alessandro renova com o Inter por quatro anos e diz que estará no clube na Copa de 2014Você comemora 30 anos, D’Alessandro. Isso significa que você viveu mais de 10 mil dias. Qual dele foi o mais feliz?
D'Ale cita nascimento dos filhos como dias maisfelizes (Foto: Edu Rickes / GLOBOESPORTE.COM)
Quais suas primeiras lembranças com uma bola de futebol?
Ah, a primeira coisa que meu pai comprou para mim foi uma bola. Minha família, como se diz na Argentina, é muito futeboleira, gosta muito de futebol. Meu pai sempre me apoiou, sempre me acompanhou. Minha mãe também. Eu nasci com isso dentro de mim. O atleta que gosta mesmo do futebol tem que nascer com o carinho pelo futebol dentro dele. Eu nasci com isso. Nasci com isso, porque estudei, acabei o primeiro e o segundo graus, e não continuei estudando porque joguei todas as minhas forças no futebol. Meu pai e minha mãe fizeram um esforço, e eu pude escolher o futebol. Eu não escolhi continuar estudando, fazer outra carreira. Meus pais não podiam me ajudar nas duas coisas. Economicamente, eu tinha que escolher uma. Meu sentimento com o futebol sempre foi forte.
Você já percebia isso quando era criança?
Sempre. Sempre.
Você jogava bola onde?
D'Alessandro, 'muito magrinho', mas sempre combola perto (Foto: Divulgação/dalessandro10.com)
E você era diferente dos outros guris da tua idade?
Era muito magrinho, cara (risos).
Mas e em qualidade? Já era possível ver diferenças?
Eu era canhoto, né? A gente sempre fala que o canhoto é diferente. Meu pai também é canhoto. O canhoto tem outra postura, outro jeito. Mas, com a idade que eu tinha, não dava para ver.
Quando foi possível ver?
D'Alessandro: reserva nas categorias de base doRiver (Foto: Edu Rickes / GLOBOESPORTE.COM)
Foi aí o impulso, então?
É. Não sei como se diz aqui, mas lá as categorias de base têm a nona, a oitava, a sétima, a sexta, a quinta, a quarta, a terceira, que é o time B daqui, e o time profissional. Eu comecei na quinta. Chegou um treinador, me colocou para jogar, e eu não cheguei a fazer um campeonato inteiro. Já pulei para a terceira, e comecei a ter rodagem com jogadores maiores, que eu via pela televisão. Depois, pulei para o time profissional.
Você cresceu no bairro em que o Maradona se criou para o futebol, o bairro de La Paternal. Ele jogou nas categorias de base do clube dali, o Argentinos Juniors. Aliás, o estádio hoje se chama Diego Armando Maradona. Como era isso para você?
Eu moro a duas quadras, a 200 metros do campo. Eu nasci nesse bairro. Não posso comparar nenhum outro bairro com La Paternal. Claro que existem bairros mais bonitos, com mais qualidade, com toda aquela coisa que o estrangeiro gosta. Mas meu bairro é esse. Na minha vida, foram acontecendo muitas coisas, e eu não troquei de bairro. Eu continuo morando lá, minha família continua morando lá, e minha ideia é ficar lá. Conheço todo mundo. Todo mundo me conhece não como jogador, mas desde pequeno. Todos me chamavam de Andressito. Os vizinhos me conhecem. Eu vou ao supermercado caminhando. Essas coisas não têm comparação. É o meu bairro. Sair dali vai ser impossível.
Eu comentava com você, antes da entrevista, sobre aquele vídeo em que você, com nove anos, aparece no gramado do Monumental de Nuñez dizendo que sonhava jogar no River. Eu acho até um exagero querer comparar tua história no Inter com o que você viveu no River. Sua formação como homem foi lá. O que representa o River para você?
É verdade o que tu falaste. São duas épocas diferentes. No River, eu joguei desde pequeno, quando não tinha nada. Eu viajava duas horas até o clube. O último ano da escola eu fiz no River. Saía de casa às 7h30m e voltava às 21h. Eu treinava de manhã e ficava na escola de tarde. Vivi muita coisa no River. E não era profissional. O River me deu tudo. Se tenho a possibilidade de dar a meu pai, a minha mãe e a meu irmão uma qualidade de vida melhor, é por causa do River.
Era fã do Ruben Paz também?
Eu gostava muito. Meu pai sempre tentava me colocar na frente da tevê quando tinha jogo. Ele queria que eu jogasse de volante. Volante, não, meia, porque antes não tinha meia. Antes, se jogava em uma linha de quatro atrás, com três no meio e três na frente. Não tinha essa coisa de meia e ala. Não tinha muita tática. Era só diversão. E ele tentava me fazer ver jogadores que jogavam na minha posição. Consegui ver o Ruben Paz, o Francescoli, o Rivaldo, o Alex, que está no Fenerbahçe, o Maradona, sem dúvida. Eu comecei a ver esse tipo de jogador, de quem eu gostava, e que eu achava que poderia começar a aprender com eles.
E quando você começou a se firmar e virou um titular, e depois um dos destaques, no River? Como foi para você?
Não é fácil. Você não é ninguém e de repente começa a sair na televisão. Tem muita diferença. Você começa a jogar, a sair na tevê, as pessoas te reconhecem na rua... O principal foi manter os pés no chão, a cabeça no lugar, e saber que ser atleta é um trabalho como qualquer um. Claro, eu sempre falo que sou privilegiado, porque faço o que gosto, e ainda ganho dinheiro com isso. Nem todo mundo tem essa possibilidade. O atleta é um privilegiado. Eu sempre tentei cuidar disso. Às vezes, a gente erra, mas o importante é saber que é um trabalho. A dedicação tem que ser a mesma do que se trabalhasse em um escritório ou em algum outro lugar. É uma obrigação.
Craque colorado teve experiência na Europa e frustração por quase ter ido para o BarcelonaA ideia era essa...
Mas você não acha que tem futebol para isso?
Ah, isso fica com vocês, com a mídia. Não gosto de falar de mim. Cada um tem o que merece. Às vezes, acontecem coisas que impedem que você possa ter um merecimento maior. Não me arrependo de nada. Joguei três anos no River, que até pareceram mais. Saí em 2003. A ideia, o sonho do menino, era jogar nos melhores times do mundo, no Real Madrid, no Barcelona, no Inter de Milão, no Milan, no Bayern de Munique, no Manchester, no Liverpool, no Chelsea... São os maiores clubes do mundo. Mas às vezes não acontece, por muitos motivos. Eu fui mal dirigido por um empresário que tinha naquele momento. Acontecem coisas que você não fica sabendo. Mas não me arrependo de nada.
Valeu a pena?
Meio-campista chegou ao Inter em 2008(Foto: Edu Rickes / GLOBOESPORTE.COM)
Eu lembro bem de sua chegada no Inter. Você desceu no aeroporto, e havia centenas de colorados lá. Aí você passou pelo hotel e logo veio para o Beira-Rio ver um jogo do Inter. Era contra o Santos. O Inter jogou muito mal naquela noite. Mas a questão é: você tinha, naquele momento, alguma noção de que tanta coisa poderia acontecer com você no Inter?
Claro que não. Claro que não. Quando você chega a um novo clube, tem expectativa, tem sonho, tem objetivo, mas não como aqui. Eu sabia que o Inter era grande, um dos maiores do Brasil, que tinha vencido a Libertadores de 2006, que tinha um grupo muito bom, mas é um processo até começar a vencer no clube. Tudo tem que sair bem. Um grupo que ganha é um grupo unido, formado há tempo. Pode acontecer de um grupo formado no início de um ano ganhar alguma coisa na metade do ano, mas acontece poucas vezes. Os que mais ganharam, como é o caso do Barcelona, jogam juntos há quatro, cinco, seis anos. São como uma família.
Iniesta e Xavi, que agora são tão importantes para o Barcelona, enfrentaram o Inter no Mundial de 2006. E não eram protagonistas.
E jogaram juntos na base. Mas nunca imaginei ganhar tanta coisa em tão pouco tempo com o Inter.
Pois é, D’Alessandro. Essa é uma questão importante. Você vive, sem dúvida, a fase mais vitoriosa da história do Inter. Você vive, e sendo o destaque do time, uma parte dessa fase, que começa especialmente em 2006. Você percebe que é, sem exagero, um dos maiores jogadores dos mais de 100 anos desse clube?
Não acredito nisso.
Não?
D'Ale no dia em que chegou ao Inter, em 2008(Foto: Alexandre Alliatti / Globoesporte.com)
Eu lembro perfeitamente de dirigentes do Grêmio falando que estavam negociando a sua contratação. Lembro até de um técnico do Grêmio, o Vagner Mancini, dizer como pretendia utilizá-lo no time. O interesse era público. Quão perto você esteve do Grêmio?
Esse é um assunto de que não vou falar, cara. Eu respeito muito o Inter. Isso faz tempo. Claro, o (Fernando) Otto, meu empresário, chegou para mim e falou. Mas estou aqui hoje. Respeito muito o Grêmio. É um time grande. Eu joguei contra o Grêmio pelo River em 2000, na Copa Mercosul, e tomei quatro no Olímpico. Joguei contra o Tinga. Ele se lembra. Mas acho que estou no lugar certo. Estou onde tinha que estar. O assunto do Grêmio foi um boato no ar. Não aconteceu nada. Hoje, estou aqui, muito, muito orgulhoso por ter chegado ao lugar certo.
Por que você vai tão bem em Gre-Nais? Em um deles, o Inter ganhou por 4 a 1. Você fez um gol e deu o passe para os outros três.
Não sei. Na Argentina, não fui tão bem assim no River-Boca. Fiz um gol, e foi na Bombonera, mas foi mais parelho. Aqui, é o momento que o Inter aproveitou. Nós aproveitamos nosso momento para chegar da melhor maneira aos Gre-Nais. O grupo não fica nervoso. Vai para o Gre-Nal com a tranquilidade de que as coisas vão acontecer. Claro que o Gre-Nal é difícil. É muito difícil. Representa muito para a torcida. E isso marca um jogador. Fazer gol, ser protagonista, não é o mais importante, mas, individualmente, é algo que me marcou no clube.
Falando em marcas, como é a marca do Mundial em você? Esperava-se muito do Inter em Adu Dhabi, e especialmente de você, mas não deu certo.
Argentino diz que nunca vai esquecer o Mundial(Foto: Edu Rickes / GLOBOESPORTE.COM)
Quando um jogador chega aos 30 anos, é normal que se fale em maturidade. Você teve grandes momentos na sua carreira, mas também momentos ruins, como a confusão na final da Copa do Brasil, a briga com o Aimar na Espanha. Você se sente mais maduro hoje? Ou, melhor dizendo, você acha que já foi um jogador imaturo?
Sempre, não.
Em alguns momentos, faltou maturidade?
Certamente. Eu tenho vergonha quando vejo na tevê o que aconteceu na Copa do Brasil (tentativa de briga com William, ex-zagueiro do Corinthians), ou ir ao STJD e os caras passarem o vídeo. Dá vergonha. Mas eu sou assim. Minha personalidade é essa. Eu virei jogador profissional, além da qualidade, por causa da minha personalidade. Nesse momento, eu me arrependo de tudo. Futebol é para jogar, não para brigar. Reconheci todos os momentos que errei. Todo mundo erra. Reconheci. Isso faz parte. Entendi que esse não é o caminho. O atleta também tem uma vida pessoal, pode ter problemas fora do campo, e isso passa para o campo. Não é fácil. Mas entendi, reconheci sempre, e isso é bom. É bom reconhecer quando erra.
Tem uma Copa América na Argentina esse ano. Você acha que estará presente?
Ah, eu acho difícil. Eu disputei três jogos importantes, contra Brasil, Espanha e Japão... Tomara que eu possa entrar em alguma convocação.
Dá tempo ainda, não?
Dá tempo. Mas não sei como é a programação da seleção argentina. Vai depender de meu trabalho aqui no Inter, de seguir bem, de fazer meu melhor. Depois, se acontecer, melhor; se não acontecer, é seguir trabalhando. Não é que eu não queira jogar, que não tenha esse objetivo, mas joguei a Copa América de 2004, aquela que fizemos a final com o Brasil. Eu gostaria de jogar é o Mundial. É uma conta pendente na minha carreira. Para mim, jogar pelo meu país é o mais importante, até em amistosos, mas o sonho mais importante é jogar o Mundial.
Em 2014, você terá 33 anos...
Sim, 33 anos. E vou estar aqui no Inter.
Vai estar? Aliás, assinou a renovação? Sei que estava acertado, mas assinou?
É só uma formalidade. Posso dizer, hoje, que vou renovar por quatro anos e ficar até 2015 aqui.
Ficar mesmo? Porque uma coisa é assinar contrato, e outra é ficar mesmo.
É, mas nunca achei que ia ficar tanto, ganhar tanto, ter tanto carinho. Quando você entra em um trabalho novo, tenta fazer o melhor. O primeiro passo é conhecer o clube, as pessoas, o grupo, ser aceito. Esse passo já foi feito. O segundo passo é cumprir objetivos. Eles foram cumpridos da melhor maneira. Hoje, posso dizer que sou agradecido ao clube pelo reconhecimento, por ficar mais quatro anos.
O que te pareceu o Falcão nos primeiros contatos entre vocês?
Muito bom. Dá para ver que foi atleta. Ele significa muito para o clube, para o futebol brasileiro. Eu já tive cinco treinadores no Inter, e sempre falo o mesmo: o resultado manda no clube, no futebol. O Celso fez um baita trabalho. Estou muito agradecido a ele, como estive ao Mário Sérgio, a todos que passaram. Mas o Falcão, para o clube, é diferente. Ele significa uma coisa diferente. Ele mexeu com a torcida, com todo mundo. Temos que aproveitar isso e escolher o caminho certo, aproveitando a figura dele para levar o Inter mais alto.
Uma provocação. Quem jogou mais: Falcão ou Maradona?
Ah, eu sou argentino. Maradona, para um argentino, é sempre muito grande. Mas meu pai gostava muito do Brasil dos anos 70, de 1982, e eu conhecia o Falcão antes de chegar no Brasil.
Está certo. Feliz aniversário, D’Alessandro.
Muito obrigado.
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